O espírito da época
Útil para quê?
[…] Bentham expôs aquele “princípio da maior quantidade de felicidade” ao qual John Stuart Mill em 1863 deu o nome de “utilitarismo”. É a maior quantidade de felicidade do maior número de pessoas que é a medida do certo e do errado.” De acordo com esse “princípio de utilidade” todas as propostas morais e políticas … Continue reading
Morrer para quê?
A Revolução Industrial transformou a moralidade. Ela não alterou a natureza do homem, mas deu novos poderes e oportunidades a antigos instintos que primitivamente eram úteis, mas socialmente causavam problemas. Ela enfatizou a motivação do lucro a um ponto em que parecia estimular e intensificar o egoísmo natural do homem. Os instintos não sociais tinham … Continue reading
Missa para quê?
Goethe considerava que a “religião cristã é uma revolução política abortada que se tornou moral”. Há na literatura “mil páginas tão belas e úteis” quanto nas Escrituras. “Ainda assim eu considero todos os quatro evangelhos como genuínos, porque neles é evidente o esplendor refletido do poder sublime que emanava da pessoa de Cristo e de … Continue reading
Amor para quê?
Quando a igreja se torna uma instituição que força a crença ou o culto: quando ela presume ser ela a única com o direito de interpretar as Escrituras e de definir a moralidade; quando ela forma um clero que alega ter a exclusividade de aproximação com Deus e com a graça divina; quando ela torna … Continue reading
Moral para quê?
Está claro que todas as concepções morais têm origem de maneira completamente a priori na razão. […] Essa consciência moral normalmente entra em conflito com nossos desejos sensoriais, mas reconhecemos que ela é um elemento mais superior em nós do que a busca do prazer. Não é o produto da experiência, é parte da nossa … Continue reading