O espírito da época
Justiça objetiva ou o quê?
Os cidadãos conseguem reconhecer a boa-fé mútua e o desejo de justiça, mesmo que ocasionalmente não haja acordo sobre questões constitucionais e certamente sobre muitas questões de política. Mas a não ser que existisse uma perspectiva comum, cuja premissa diminuísse as diferenças de opinião, o raciocínio e a argumentação não teriam razão de ser e … Continue reading
Gênios compreendidos
Estamos mais dispostos a enfatizar nossa boa sorte agora que essas diferenças são trabalhadas de modo a serem vantajosas para nós, ao invés de ficarmos desmotivados pensando em quão melhor condição estaríamos se tivéssemos chances iguais às de outros, se todas as barreiras sociais tivessem sido removidas. É mais provável que a concepção de justiça, … Continue reading
Utilidades domésticas – e justas
Assim, a concepção mais estável de justiça presumivelmente é aquela que é inteligível à razão, congruente com nosso bem e alicerçada não na abnegação, mas na afirmação do eu. […] Assim, os vínculos gerados em uma sociedade bem ordenada regulada pelo critério da utilidade provavelmente varia de um setor a outro da sociedade. Alguns grupos … Continue reading
Mutatis mutandis
Uma vez sendo aceita uma moralidade de princípios, no entanto, as atitudes morais não são mais ligadas somente ao bem-estar e à aprovação de determinados indivíduos e grupos, mas são moldadas por uma concepção de direito escolhida independentemente dessas contingências. […] O desejo de agir justamente não é, assim, uma forma de obediência cega a … Continue reading
O Clube do Gato
[…] em que pese ser verdade que a não ser que as nossas iniciativas sejam apreciadas pelos nossos parceiros, é impossível para nós mantermos a convicção de que elas valem a pena, também é verdade que os outros tendem a valorizá-las somente se o que fazemos inspira neles admiração ou lhes dá prazer. […] as … Continue reading